Mesa do Chef

Sinfonia de Citrinos: (XII) Lima Pursha e Calamansi




"Lima Pursha e Calamansi Givré"


A primeira sobremesa da noite era constituída por dois pequenos citrinos, cada um deles guarnecido com o respectivo sorbet no interior. E cujas cascas eram comestíveis, o que resultava numa explosão de sabores e aromas agridoces – só não se comiam as folhas…


À esquerda, de casca amarela, a Lima Pursha, um híbrido resultante do cruzamento da indiana Lima de Rangpur com a japonesa Lima Schekwasha – e cujo nome é a junção das terminações de ambas as palavras (RangPUR + SchekwaSHA = Pursha). Com um sumo doce alimonado, é uma lima muito utilizada ainda verde, em bebidas alcoólicas ou sobre peixe grelhado, mas, como em Portugal a maturação dá-se em Janeiro, Vincent Farges aproveitou para a usar já madura.


À direita, de casca cor de laranja, o Calamansi, um híbrido do Kumquat (que irá aparecer no final do jantar), típico da cozinha das Filipinas, de polpa azeda e casca doce, que Vincent Farges gosta de usar bem maduro.



Lima Pursha (à esquerda)



Calamansi


(continua)


Fotografias: Marta Felino / Flash Food


FORTALEZA DO GUINCHO | Hotel Fortaleza do Guincho, Estrada do Guincho, Cascais, Portugal | Chef Executivo Vincent Farges

0