
De regresso ao frio de Copenhaga mais de seis horas após a entrada no NOMA, fica na memória a refeição de uma vida.
Naquele tempo e naquele espaço – como René Redzepi gosta de dizer – viveu-se de facto uma experiência única, inesquecível. E de profunda empatia com quem nos recebeu.
Muito obrigado ao chef René Redzepi e a toda a sua magnífica equipa, em especial ao Leonardo Pereira – foram absolutamente inexcedíveis.
NOMA, Abril 2013:
- Restaurantes, os novos monumentos
- O nome do NOMA
- Tempo e Espaço
- O nosso homem no melhor restaurante do mundo
- De partir o coco
- Então podem comer a jarra, sff
- Cerveja de bétula
- Musgo frito
- A lata das bolachas
- Nem tudo o que parece é
- Fornecidas dentro da terra
- No melhor restaurante do mundo o chef também recolhe os pratos
- Não há cá foie gras
- Trespassadas por um peixe
- Servimos sandes
- O talher é a folha
- Churrasco
- O pão, bem agasalhado
- Manteiga virgem e banha de porco
- Ingredientes nórdicos, Vinhos naturais (não-nórdicos)
- Juice pairing
- Começar pela sobremesa?
- Cebolal
- O império da beterraba
- A couve que brilha em flor
- Óleo de alga
- Lúcio feliz
- De perder a cabeça
- O que a floresta dá neste momento
- Finalmente a carne
- Grande marmelo
- A sobremesa? Puré de batata
- A mesa… e as cadeiras
- Rebuçado
- Torresmo refinado
- O bar
- Café brasileiro
- Bolo de anos
- Visita guiada aos bastidores
- Mais de seis horas depois…
(fim)
Fotografia: Marta Felino / Flash Food
NOMA | Strandgade 93, Copenhaga, Dinamarca | Chef René Redzepi